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31 de mai de 2009

8 subculturas bizarras

1- Sukeban

Sukeban - Gangues de garotas, conhecidas no Japão para cometer atos de violência e roubo. As Sukeban gangues começaram a aparecer nos anos 60, inspiradas pelos bandos de rapazes conhecidos como "Bancho"...

Sempre de uniformes bordados personalizados. A maior Sukeban era conhecida como a Mulher Kanto delinqüente Aliança, que incluiu 20.000 meninas. Grupos rivais, muitas vezes entram em brigas.

As meninas seguiam regras rigorosas nos seus próprios grupos, e quebra-las levaria em linchamento. Ser queimada com um cigarro era considerado apenas uma pena leve.

2- Otherkin

Otherkin no geral são pessoas que reconhecem que são humanos, mas que também acreditam que suas almas têm um histórico de alguma coisa a mais. São pessoas com almas metade humanas, metade de elfos, fadas, demônios, anjos etc.
Para alguns a idéia de uma pessoa metade humana, metade anjo, pode ser inconcebível, mas para outros é completamente aceitável, levando em consideração que a alma pode ter varias formas.

Anjos e Demônios:
Os anjos, ou Celestiais, seriam agentes do divino. Celestiais são criados por uma forma divina ou por um conceito ou pelo abstrato. Devem seguir a vontade de sua fonte, ou o melhor de sua habilidade. Em muitas maneiras um celestial é uma extensão de sua fonte se vier de, ou uma peça de funcionamento de sua fonte. Um celestial não deve ser confundido com uma criação de uma fonte, porque nem todas as emanações de uma fonte são Celestiais. Um celestial é criado para a finalidade expressa de servir a vontade da Fonte, quanto a outras emanações, algumas são dadas o completo livre arbítrio esperando-se que esta sirva a vontade da Fonte na maioria dos casos, mas não é uma exigência. Celestiais têm livre arbítrio, mas a habilidade de aplicar, sem o consentimento da Fonte, pode causar punição. Quando um celestial age de um modo que sua fonte desaprova, são punidos com um termo chamado Fall (Queda). A Queda é quando um celestial se desconecta de sua Fonte algo que raramente é agradável, mas continua-se a viver num estado de desconexão com a fonte e geralmente muito desconfortável.
Quando um celestial entra num estado de separação, pela Queda, esse celestial é considerado um demônio.

Demônios normalmente são o oposto do propósito original de alguma forma. Na maioria dos casos a “Queda” separa o demônio de sua Fonte completamente, isso inclui a sensação energética. Quando uma emanação perde o contato, ela não consegue se sustentar completamente, então como num instinto de sobrevivência da alma, ela se torna vampírica. Várias pessoas que se identificam com demônios também se identificam como vampiros energéticos.

3- Norwegian Black Metal Norwegian Black Metal

A subcultura norueguêsa Black Metal surgiu no início dos anos 1990, que incluíram assassinatos e incêndios, especialmente contra edifícios da igreja medieval. Eles também são conhecidos por profanar cemitério.
Ele inicialmente começou como uma moda juvenil, que rapidamente se tornou uma guerra contra o cristianismo. Eles rejeitam totalmente na sociedade em todas as suas formas.


4- Lolitas

A Moda Lolita (ou Loli) é um estilo japonês de moda cujas primeiras manifestações apareceram em fins da década de 70 e começo da década de 80. Inspiradas em parte na cultura 'kawaii' (fofa ou adorável) japonesa e na nostalgia de outros tempos - sejam períodos históricos ou simplesmente da própria infância - as lolitas se dividem em vários tipos, sendo alguns polêmicos e de existência controversa.

O estilo como um todo pode ser muitas vezes descrito como "inocente" mas existem exceções dependendo do subestilo e da lolita em questão. Há também certa preocupação com parecer infantil, elegante ou modesta, evitando uma imagem adulta, sexualizada (dependendo do estilo da lolita) ou vulgar. Saias rodadas no comprimento do joelho, em forma de sino, renda de boa qualidade, decote alto, cabelos cacheados e/ou acompanhados a uma franja reta e tecidos pouco brilhantes são comuns a todos os estilos.
Cultura Lolita

Antes de tudo, deixemos bem claro que lolita é um estilo, ou seja, roupa e, portanto, não existe de fato uma "cultura". Isso depende do usuário.

Ainda existem muitos estilos de lolita que não são considerados "oficiais", pois uns dizem que existe e outros afirmam que não existe.

O mundo das "Loli", como às vezes as pessoas que se vestem segundo o estilo se denominam, tem base na época Vitoriana, no Rococó e em certo saudosismo quanto à modéstia e elegância das roupas. Há também a intenção de se parecer infantil em boa parte dos estilos, com saias rodadas, sempre na altura dos joelhos, rendas, laços e babados. No Brasil, as pessoas muitas vezes têm de recorrer à costureiras e às poucas marcas japonesas (e americanas) que exportam, pois ainda não há lojas especializadas baseadas no país.

Muitas vezes usários e fãs de Lolita são vistos também como fãs de visual kei ou de j-rock. Isso não corresponde necessariamente à verdade. Muitas lolitas não possuem o menor interesse nas bandas visuais ou em rock, independente de onde ele venha. Essa situação é especialmente visível no Japão, em que há uma cisão entre as lolitas que preferem outros estilos de música e a minoria que prefere visual kei e outros estilos teoricamente similares, relacionados ou subestilos, tais como oshare kei - sendo que estas são conhecidas como bandogyaru ou bandgirls. Bandas japonesas como Malice Mizer, Moi dix Mois, Antic Cafe/An Cafe, Psycho le Cému e Vidoll tem membros influentes na comunidade Lolita e que diversas vezes também aparecem em editoriais de moda nas revistas Gothic & Lolita Bible e Kera. As cantoras Nana Kitade e Kana são adeptas do estilo, embora sejam confundidas com músicos de visual kei por quem tem conhecimento superficial sobre o assunto.

As Lolitas muitas vezes freqüentam karaokê, fazem piqueniques, promovem encontros regulares para tomar chá, ou apenas ir à cafeterias e confeitarias.

5- Hardiline

Este radical e profundo subcultivo Hardline tem as suas raízes na cena hardcore. A partir de uma declaração inicial, o movimento tem uma tentativa de romper com o hardcore, com diferente visão do mundo, pró-vida posição sobre o aborto e muito mais extremas versões.
A dura filosofia proíbe seus seguidores de fumar ou mastigar qualquer forma de tabaco, bebidas alcoólicas e usar drogas ou medicamentos modernos. Dura (como eram chamados) são esperados para seguir uma dieta rigorosa com base no regime acima mencionado do respeito pelas vidas inocentes e da ordem natural. Eles só comem alimentos que são relativamente naturais . A questão dos direitos humanos foram também tidos em conta os movimentos da política alimentar, e os seguidores foram exortados a evitam do terceiro mundo numerárias culturas como café, chocolate, açúcar e mais frutas tropicais.
O duro movimento cresceu fora do hardcore e hardcore punk cenas na década de 1990. Embora um dos princípios fundamentais da dura foi a de que tinha existido em várias formas, desde o início dos tempos, a ideologia era largamente formuladas por Sean Muttaqi da banda Vegan Reich.


6- Góticos

A subcultura gótica (chamada de Dark no início dos anos oitenta apenas no Brasil) é uma subcultura contemporânea presente em muitos países. Teve início no Reino Unido durante o final da década de 1970 e início da década de 1980, derivado também do gênero pós-punk. A subcultura gótica abrange um estilo de vida, estando a ela associados, principalmente, gostos musicais dos anos 80 até o presente (darkwave/gothic rock, death rock, trip hop, ebm, synthpop, indie, industrial, etc.), estética (visual, "moda", vestuário, etc) com maquilhagem e penteados alternativos (cabelos coloridos, desfiados, desarrumados) e uma certa "bagagem" filosófica. A música se volta para temas que glamorizam a decadência, o niilismo, o hedonismo e o lado sombrio. A estética sombria traduz-se em vários estilos de vestuário, desde death rock, punk, andrógino, renascentista e vitoriano, ou combinações dos anteriores, essencialmente baseados no negro, muitas vezes com adições coloridas e cheias de acessórios baseadas em filmes futuristas no caso dos cyber goths.
Nos dias de hoje há góticos fiéis aos anos 80, que dizem que o movimento acabou nos anos 90, e os mais ecléticos que gostam tanto da old school goth como da cena atual.

O que importa é não fazer confusão, no quesito musical a cena evoluiu muito e bandas novas surgem todos os dias com sonoridades ligadas à música gótica consideradas de óptima qualidade. Como tudo, a música gótica passou por inovações, mas há quem diga que o metal gótico é uma delas. O que pode se ver que é uma afirmação indubitavelmente mentirosa, pois pode se perceber que ao longo da história o gótico segue uma vertente rock que nunca se encontrou com o metal.

A música a que se faz referência pode até fazer uso de algum elemento da Subcultura Gótica, mas na verdade é uma apelação comercial, e como se sabe, tudo que é comerciável corre o risco de sumir. Tal qual os beats dos anos 60, a Subcultura Gótica poderia entrar em decadência se estivesse mesmo ligada à tal superficialidade.

Como todos sabem esse tipo de música representa sempre apenas febre, uma moda e se dos anos 80 para cá a cena gótica tem continuando bem viva, ainda que tenha se tornado extremamente Underground (nos anos 80 com a transição do Punk para o New Wave ou Pós-Punk era mais uma miscelânia Pop, como se sabe), seria muito estranho que se rendesse ao que chamamos "exegência de merdado", pois as gravadoras fazem o que acham que o público vai ouvir, ainda que isso custe a liberdade do artista.

E os góticos continuam a adotar uma estética andrógina, teatral e obscura para representar seu verdadeiro sentimento, um apego ao nada, uma falta de esperanças, algo do tipo "cansei, sabe?", não uma depressão ou melancolia, apenas um descaso, um luto pela situação da humanidade, ouvir suas músicas com temáticas hedonistas, decadentistas, niilistas, ligadas sempre às suas raízes já citadas e dançar em casas nocturnas ao som de EBM, Synth e Darkwave. Ou então quietinhos em casa ouvindo bandas como Bauhaus, Joy Division, Specimen, The Cure, Siouxsie and the Banshees, Clan of Xymox, The Frozen Autumn e lêem algo de Jean-Paul Sartre, Nietzsche, Oscar Wilde, William Blake, Baudelaire e coisas mais comerciais como Anne Rice. Acima de tudo, convém lembrar que, para a grande maioria dos integrantes, o movimento gótico é fundamentalmente um gosto musical e uma maneira específica de se vestir. Não há envolvimentos intelectuais e filósofos mais aprofundados. E essa subcultura não têm nada a ver com beber sangue de seus amigos. góticos não são depressivos, não se referem à subcultura como Goticismo, não usam somente preto e se frequentam cemitérios é pela temática do mistério de morte e vida, pelo apreço pela arte também. Mais realistas do que se pensa, ser gótico hoje em dia representa também repugnar todo o estereotipo negativo criado em torno de sua figura. E com todo o seu sarcasmo, rir e continuar a dançar.

7- Floggers

Flogger é uma moda jovem originada na Argentina que é intimamente ligada ao uso de fotologs pelos seus membros, motivo pelo qual o nome da facção provém da partícula flog, de fotolog. É o resultado da mistura de diversos elementos de outros estilos adolescentes e isso não é difícil de perceber. O perfil de um flogger pode ser facilmente traçado uma vez que os integrantes compartilham de gostos muito específicos. Um dos traços mais marcantes são as roupas.

A marca registrada são as “pantalones chupines”, que são calças compridas apertadas desde as canelas até a cintura, comumente jeans ou de ginástica. Muito importante também são as “zapatillas”, ou tênis (geralmente da Nike) de sola lisa e baixa, ideais para dançar (mais tarde eu retorno ao bailado dos floggers). Além disso, é importante ressaltar as franjas cobrindo boa parte do rosto e as camisetas de gola em V de cores vibrantes.

Entre as músicas favoritas de qualquer floggers, dois estilos musicais serão facilmente identificados. Primeiro, a Cúmbia, que é uma música nacional típica da Colômbia mas que tem raízes africanas por ter sido originalmente desenvolvida por escravos colombianos trazidos da África. Em segundo lugar, mas não menos importante, tem-se as músicas Electro, que são as já conhecidas pelos brasileiros músicas eletrônicas.

Além de tirar muitos auto-retratos e posta-los em seus fotologs, os floggers também são experts na dança. Mas não pense você que estou falando de uma dança qualquer. Um bom flogger é capaz de deixar qualquer incauto de queixo caído com seus rápidos movimentos. A dança peculiar dos floggers é marcada pelos constantes passos ligeiros e nenhum traço de fadiga aparente. Não pegou o espírito da coisa? Veja você mesmo e tente acompanhar o ritmo:


8- Bōsōzoku

Bōsōzoku ( "correndo violenta gangue") é uma subcultura japonesa com moto clubes associados e gangues.
Eles foram primeiramente vistos na década de 1950 como a indústria automobilística japonesa expandiu rapidamente. O primeiro bōsōzoku eram conhecidos como Kaminari-zoku ( "Raio Tribos"). É comum ver bōsōzoku grupos socializar em centros da cidade e tocando música caracterizada por seu alto estilo de vida, tais como: The Roosters, e da Rua deslizantes.
A palavra também é aplicada a bōsōzoku motocicleta gangues, que compartilham um interesse em modificações (muitas vezes ilegais) para motocicletas, como a remoção do mufflers, para que aumente o ruído produzido. Estes grupos também estão envolvidos no condução perigosa.

2 comentários:

  1. CARA! DEMAIS ESSE BLOG! ERA TUDO QUE EU PRECISAVA PARA MEU TRABALHO DE FILOSOFIA!!!! VALEU!!!

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