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3 de jun de 2009

Confira as capas de discos mais infelizes da história

Lista reúne 14 capas que 'assombraram' o mundo da música.
Algumas das capas são tão bizarras que viraram 'obra-primas'.

Antes da popularização do pequeno CD e do minúsculo pen drive, imperou durante décadas a grande bolacha preta de vinil, o LP. Suas grandes capas (31 x 31 cm) muitas vezes foram usadas como extensão artística da obra musical que traziam dentro de si.
Algumas eram quase livros de capa dura, como a de Magical Mystery Tour, dos Beatles. Estúdios de design ficaram famosos e ricos bolando capas mirabolantes --como o Hipgnosis, que, entre 1968 e 1983, criou as capas dos discos de bandas como Pink Floyd, Led Zeppelin e Genesis.
Mas o que mais se via nas prateleiras eram atentados ao bom gosto, verdadeiros insultos às artes gráficas e aos olhos. Um papelão. Sites como o "hecklerspray.com" e tantos outros reuniram algumas das capas mais infelizes da história da indústria fonográfica.

Esses vikings faziam parte de uma banda sueca dos anos 60. Mas, ao contrário dos sanguinários piratas escandinavos, estes eram tão bonzinhos que chegaram a gravar uma canção dos doces irmãos Carpenters.

Pelo visual da “mama”, a família McKeithen é ancestral de Amy Winehouse. Pelo aspecto geral, são parentes da Família Adams. Começaram a gravar em 1976, quando, aliás, o penteado da senhora McKeithen já estava totalmente fora de moda.

Socorro. Outro bando de pelados. Mas aqui (estamos em 1976) não rola heavy metal.É pop bem fraquinho, como os rapazes da banda. Eles emplacaram um hit no Brasil, chamado “Love Takes Time”.

O maestro Ray Conniff especializou-se em fazer arranjos pavorosos para clássicos da música internacional, incluindo Aquarela do Brasil. O “talento” desconhecido era este: o de também embalar seus discos em capas lamentáveis.

Quem assistiu ao filme Tootsie há de se lembrar de Dustin Hoffman travestido.

O surrealismo em sua expressão máxima. Richard Sanfield era mesmo um ventríloquo conhecido nos Estados Unidos, e fez apresentações ao lado de feras da música como Roberta Flack. Não se sabe por que ele apelou desta forma, em 1975. Os bonecos se aposentaram em 1992.

O catalão Tino mostrava sua sensualidade aos 16 anos, em 1983.

Em 1975, Barry Louis Polisar ameaçava comer criancinhas rebeldes.

Apesar da cara de enfezado, em 1978 Jim Post amava a vida. E o bigode.

Este sim deveria ser o album-símbolo do nu metal. A banda nasceu em 1980, em Nova York, e em 1984 entrou para o Guinness, o Livro dos Recordes, com “a performance mais barulhenta do mundo”.

Apesar da tosqueira do visual (este é de 1980), os irmãos Johnson faziam algumas ótimas músicas misturando funk e disco.

Quer dizer que em 1966 os cachorros já estavam saindo do armário?

Essa “obra-prima” de 1989 já é um clássico. Até o jornal britânico The Guardian a considerou uma das piores capas de todos os tempos.

Esta dupla, formada pelos irmãos Charlie e Ira Louvin, do Alabama, é uma das pioneiras do country americano. Eles começaram cantando músicas gospel nos anos 1940. Essa capa foi um insight de Ira em 1959. Ele morreu em um acidente seis anos depois. Charlie continua vivo.
Fonte: G1-Planeta Bizarro

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