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1 de set de 2009

6 Insanas descobertas que a ciência não pode explicar


Nós gostamos de nos sentir superior ao povo que viveu há séculos atrás, pessoas que com as suas cabanas de barro e de merda curavam resfriados por furar um buraco no crânio. Mas temos de lhes dar crédito: Eles deixaram para trás alguns artefatos que deixaram o mais inteligente dos cientistas modernos coçando a cabeça.

6. O Manuscrito Voynich

O manuscrito Voynich é um misterioso livro ilustrado com um conteúdo incompreensível. Imagina-se que tenha sido escrito há aproximadamente 400 anos por um autor desconhecido que se utilizou de um sistema de escrita não-identificado e uma linguagem ininteligível.

Ao longo de sua existência registrada, o manuscrito Voynich tem sido objeto de intenso estudo por parte de muitos criptógrafos amadores e profissionais, incluindo alguns dos maiores decifradores norte-americanos e britânicos ao tempo da Segunda Guerra Mundial (todos os quais falharam em decifrar uma única palavra). Esta sucessão de falhas transformou o manuscrito Voynich num tema famoso da história da criptografia, mas também contribuiu para lhe atribuir a teoria de ser simplesmente um embuste muito bem tramado – uma seqüência arbitrária de símbolos.

O livro ganhou o nome do livreiro polaco-estadunidense Wilfrid M. Voynich, que o comprou em 1912. A partir de 2005, o manuscrito Voynich passou a ser o item MS 408 na Beinecke Rare Book and Manuscript Library da Universidade de Yale. A primeira edição fac-símile foi publicada em 2005 (Le Code Voynich), com uma curta apresentação em francês do editor, Jean-Claude Gawsewitch, ISBN 2350130223.



5.O Mecanismo de Antikythera

O artefato foi encontrado há mais de um século, mas só agora, com novas técnicas de pesquisa, foi totalmente revelado. O Mecanismo de Antikythera, considerado por muitos o computador mais antigo da história, foi feito por gregos no século II A.C., mas só foi encontrado em 1901 no local do naufrágio de um navio romano, em Antikythera, próximo à ilha de Creta.


Com peças de bronze e base em madeira, o artefato possuía um complexo sistema de engrenagens que só foi igualado no início do século XX. Sua finalidade era calcular as fases da lua e a irregularidade de sua órbita, os eclipses solares e a localização exata de alguns planetas do sistema solar. Essas informações eram extremamente importantes para a sociedade da época devido a importância de suas atividades agrícolas e cultos religiosos.

O assunto só ressurgiu agora porque o jornal científico Nature publicou os estudos de um grupo de pesquisadores que conseguiu reconstruir todo o sistema de engrenagens virtualmente, com a ajuda de tomografias, raio-X e mapeamento de imagem. Além disso, obteve grande sucesso em decrifrar as inscrições contidas no objeto: parece que 95% do escrito foi recuperado e decifrado, mas seu conteúdo ainda não foi divulgado oficialmente.



4 - Os canos de Baigong

A 40 quilômetros ao sudoeste da cidade de Delingha (província de Qinghai), fica o Monte Baigong, que tem ao norte os lagos gêmeos “ Lovers Lakes” (Lagos Amantes) - um tem água doce e outro água salgada. O local é conhecido pelos habitantes da região como "As Reliquias do ET", devido as coisas estranhas que existem neste local: encostado na margem sul do lago salgado existe uma estrutura piramidal com aproximadamente 60 metros de altura, em frente da pirâmide encontram-se três cavernas com aberturas triangulares. A caverna no meio é a maior, com a sua entrada posicionada a uns 2 metros do chão. Esta caverna tem uma profundidade de aproximadamente 6 metros e lá dentro, no forro, se encontra um tubo de 40 centímetros de diâmetro que se projeta para fora da caverna. Outro tubo do mesmo diâmetro entra terra a dentro, ficando só com seu topo visível sobre o chão. Sobre a caverna existe também uma dúzia de tubos de diâmetros variados que penetram na montanha. Todos os tubos são de um vermelhos acastanhado, a mesma cor das pedras circunvizinhas. Uma dúzia de canos vai em direção ás montanhas; outros, de diferentes tamanhos e diâmetros, correm em direção ao lago de água salgada. As duas cavernas menores desmoronaram e ficaram inacessíveis. Espalhadas sobre as cavernas e nas marges do lago salgado podem ser encontradas, com facilidade muitas sucatas enferrujadas, tais como tubos de vários diâmetros e pedras estranhamente polidas. De acordo com Qin Jianwen, chefe de serviço de propaganda do governo de Delingha, as sucatas foram levadas a um especialista para análise. Souberam então que elas são compostas 30% de óxido férrico, 62% de dióxido de silicone e óxido de cálcio e 8% de material impossível de ser identificado. A grande quantidade de dióxido de silicone e óxido de cálcio é o resultado de uma longa interação entre ferro e arenito, o que significa que os tubos devem ter milhares de anos...
"Esses resultados tornam o lugar mais misterioso", diz Qin Jianwe. O clima é desértico. Ninguém vive aqui, a não ser alguns pastores nômades ao norte das montanhas. O ar é puro; e o terreno é alto, perfeito para estudos astronômicos",descreve Qin.
Pela primeira vez uma equipe de cientistas resolvem empreender um estudo sério sobre o lugar. Dependendo dos resultados dessa pesquisa, não só a China poderá se tornar um novo foco de atração para ufólogos e turistas curiosos, como também poderá elucidar muitas incógnitas a respeito dos tão comentados seres extraterrenos, uma vez que, segundo as lendas locais, o lugar teria sido construído por extraterrestres e funcionado como base de lançamento de aeronaves.



3 - As gigantes esferas de pedra da Costa Rica

Na década de quarenta, o desmatamento do delta de Diquis, sul da Costa Rica, para plantação de bananeiras, acabou revelando fabulosas esferas de pedra de diferentes tamanhos e impressionante perfeição na forma.

As investigações da arqueóloga Doris Stone em 1940 e posteriormente de Samuel K. Lothrop não conseguiram solucionar os mistérios de quem teria confeccionado tais monumentos nem a técnica para tanta exatidão...

Mesmo estando as esferas associadas a sítios arqueológicos de povos pré-colombianos não temos como saber se foram feitas por eles ou por alguma cultura anterior.

A maior esfera de pedra tem o tamanho de dois metros, outras, apenas poucos centímetros. Boa parte desse material foi removido dos seus sítios originais para adornar os jardins de prédios públicos, privados e algumas
residências de luxo.

As teorias e especulações sobre seu uso e significado vão desde símbolos de poder político até representações de naves extraterrestres, passando por objetos de culto, acumuladores de energia telúrica ou elos astronômicos.

Certamente passará muito tempo até que se saiba algo definitivo sobre essas esferas que continuam tão enigmáticas quanto os monolitos de Stonehenge ou os Moais da Ilha de Páscoa.Fica o esforço de muitas pessoas e instituições que tentam estudar e proteger as esferas de pedra da Costa Rica, dentre elas Edwin Quesada que disponibiliza na Web uma galeria de imagens e suas teorias 'arqueoastronômicas' sobre o assunto.





2.As baterias de Bagdá

Bateria de Bagdá é o nome comum aplicado a vários artefatos criados durante a dinastia iraniana da Pártia e descobertos provavelmente na vila de Khujut Rabu (próxima a Bagdá, Iraque) em 1936.

Tais artefatos receberam grande atenção no ano de 1938 quando Wilhelm König, arqueólogo alemão e diretor do Museu Nacional do Iraque, encontrou os objetos na coleção do museu e publicou um estudo, onde especula que jarros tenham sido um tipo de célula eletroquímica, possivelmente utilizada para a galvanoplastia.




A bateria é feita de um pequeno vaso de argila no qual reside um tubo de chapa de cobre, com diâmetro aproximado de 2,5 cm por 10cm de comprimento; sua base é selada por um disco de cobre, de seu interior projeta-se uma barra de ferro, aparentemente corroída por ácido, com uma tampa de betume.



1. "Bolhas"

Este som foi gravado várias vezes durante o verão de 1997, no Oceano Pacífico Equatorial por hidrofones autônomos. O som aumenta rapidamente na freqüência durante cerca de um minuto e foi de amplitude suficiente para ser ouvida em vários sensores, a uma distância de mais de 5.000 km. Rende uma localização geral perto de 50 o S; 100 o W. A origem do som é desconhecido.
Os cientistas determinaram que o seu padrão de ondas indica que ele foi feito por um animal, mas não há animais grandes o bastante ou forte o suficientes para fazer este tipo de ruído.

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