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28 de out de 2009

Designer inventa a tecnotumba, o primeiro caixão interativo


O designer Andréi Golovin, russo de 29 anos, criou a engenhoca para que seus familiares pudessem lembrá-lo de uma maneira mais tecnológica. Seu caixão tem um aparato que integra o mundo dos vivos com o dos mortos - ou pelo menos com a memória dele.

Mas a teletumba, como foi chamado o invento que já chamou atenção da indústria funerária na feira Necrópolis-2009 - realizada em Moscou, sobre as novidades do ramo -, terá produção maior, pelo visto. Muitos já se interessaram pela engenhoca, movida a energia solar. A lápide terá uma tela de computador, em que se poderá assistir a vídeos e depoimentos deixados pelo ocupante do caixão.

Também terá acesso a dados biográficos sobre o morto. Reunirá textos dele, se houver, fotos do orkut e mensagens deixadas a família.

Não para por aí. Uma webcam – colocada por fora do caixão, só para avisar – e um microfone captarão depoimentos, in loco ou não, de amigos e parentes. Pode-se, por exemplo, observar o túmulo pela internet, a qualquer hora do dia, e, digamos, interagir com ele, deixando mensagens.

“O sistema da máquina será à prova de chuva e calor, com sistema de segurança integrado à central do cemitério”, diz Golovi a jornais locais.

A empresa Ritual, da Rússia, manifestou interesse em produzir algumas teletumbas. E pode até lançá-las em 2010.

E eu aqui feliz da vida porque estou de computador novo...

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