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14 de mai de 2010

Políticos que saíram do armário









  • Um dos primeiros políticos americanos assumidamente gays foi o senador Allan Spear, que saiu do armário em dezembro de 1974, em uma reportagem do jornal The New York Times. Depois de quase 30 anos de vida política, ele morreu em 11 de outubro de 2008, aos 71 anos.  






     
  • Na Inglaterra do fim dos anos 90, o membro do Partido Conservador e ex-ministro de Margaret Thatcher, Michael Portillo revelou ter mantido relações homossexuais nos tempos de universitário.  
     
  • Em 1999, Peter Mandelson, ex-secretário do governo britânico, foi flagrado em boates gays cariocas com o namorado brasileiro, Reinaldo Ávila da Silva. Mais tarde, o político assumiu sua homossexualidade.  
     
  • Ministro da Agricultura durante o mandato do ex-primeiro ministro inglês Tony Blair, Nick Brown declarou ser homossexual depois que um tablóide ameaçou divulgar fofocas escandalosas contadas por um ex-namorado. A frase dita para a imprensa da época foi "Está um dia lindo. O Sol saiu - e eu também (do armário)." 
     
  • Ex-presidente das Ilhas Canárias, o político espanhol Jerónimo Saavedra Acevedo saiu do armário em 2000.  
     
  • Prefeito de Paris desde 2001, Bertrand Delanoë nasceu na cidade de Tunis, na Tunísia e mudou-se para a França na adolescência. Ele assumiu sua opção sexual em 1998, durante uma entrevista televisiva. Em outubro de 2002, Delanoë foi esfaqueado durante a festa parisiense conhecida como “Nuit Blanche” (Noite Branca). Responsável pelo ataque, Azedine Berkane justificou-se para a polícia dizendo odiar "políticos, socialistas e homossexuais". Membro do Partido Socialista Francês, Bertrand Delanoë foi reeleito em 2008. Paris é a maior cidade do mundo a possuir um prefeito homossexual.  
     
  • Capital da Alemanha, Berlim é a segunda maior cidade do mundo a ter um prefeito assumidamente gay : Klaus Wowereit, eleito em 2001 e reeleito em 2006. Wowereit assumiu-se durante a campanha política de 2001, com o slogan: "Eu sou gay, e daí?". Também na Alemanha, a cidade de Hamburgo elegeu o prefeito gay Ole von Beust, em 2001.  
     
  • Uzi Even foi o primeiro gay assumido a entrar no Knesset, o Parlamento de Israel, em 2002. Em 1993, seu relato sobre a homofobia existente dentro do Exército Israelense ocasionou mudanças nas leis do país, que passou a permitir homossexuais nas Forças Armadas.  
     
  • Em agosto de 2005, Kanako Otsuji tornou-se a primeira política japonesa a assumir sua homossexualidade, com a publicação da autobiografia "Saindo do Armário: Uma Jornada Rumo Ao Meu Verdadeiro Ser". Otsuji concorreu a um cargo no Parlamento japonês em julho de 2007 - ela recebeu apenas 38.230 votos e não se elegeu. No mesmo período, casou-se com a companheira Maki Kimura em uma cerimônia informal. 
     
  • O secretário de Estado da Hungria para Recursos Humanos, Gábor Szetey, assumiu sua homossexualidade em julho de 2007, durante a abertura do 12º Festival Gay de Budapeste. Na ocasião, ele declarou "Acredito em Deus, no amor, na liberdade e na igualdade. Sou húngaro e europeu. Economista, diretor de recursos humanos. E homossexual. Como vocês. Como muitas centenas de milhares neste país, que espero que escutem essas palavras".  
     
  • Após revelar publicamente sua homossexualidade em 2004, o ex-governador de Nova Jersey Jim McGreevey tornou-se o primeiro gay assumido a governar um Estado americano. O democrata administrou o Estado de janeiro de 2002 a novembro de 2004, quando seu relacionamento extraconjugal  com um funcionário do sexo masculino gerou um escândalo que terminou com o seu afastamento.  
     
  • O estilista e apresentador de TV Clodovil Hernandez foi o terceiro candidato mais votado do Estado de São Paulo em 2006. Homossexual assumido, ele foi eleito deputado federal com 493.951 votos.  
     
  • Em 2007, o senador republicano de Idaho, Larry Craig renunciou após ser flagrado por um policial durante uma "operação para detectar atividades homossexuais" no banheiro do Aeroporto Internacional de St. Louis, em Minneapolis. Depois de se trancar no compartimento ao lado do ocupado pelo policial, o senador começou a bater com a ponta do pé no chão, um sinal que o policial reconheceu como "o utilizado por pessoas que querem se envolver numa conduta lasciva." Larry Craig era conhecido por adotar posturas conservadoras, sendo contrário à legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo.

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